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NATAL
De vários natais vagabundos, este foi medonho; um verdadeiro terror. Até a cachorrinha me abandonou. Solidão total.
Escrito por Paula Malfitanni às 18h22
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LE REST DU DÉSIR D´UNE VIE

Escrito por Paula Malfitanni às 10h34
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Après huit mois
Devia ter dado certo; é injusto que não tenha.
Escrito por Paula Malfitanni às 21h14
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O QUE HAVIA?
Agora, já um tanto afastada no tempo, posso pensar que não havia amor. Havia sim um enorme desejo de desafiar e vencer o destino.
Escrito por Paula Malfitanni às 08h04
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SEM TÍTULO
Tinha alguma chance de dar certo. Deu errado. Destino? Livre-arbítrio? Tanto faz, o sofrimento não entende de filosofia.
Escrito por Paula Malfitanni às 19h34
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MOVIMENTO CONTRÁRIO
Quanto mais o tempo passa mais eu afundo.
Escrito por Paula Malfitanni às 21h28
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O RETORNO
Dizer que foi bom enquanto durou não seria correto. Melhor seria: foi um sonho enquanto durou. Agora acabou; em meio à dor recolho os cacos, organizo o escombro e volto ao status das últimas três décadas.
Escrito por Paula Malfitanni às 19h07
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COISA QUE NÃO MUDAM
O gosto do frango nas refeições da classe turística dos aviões e o som ruim dos alto-falantes dos mesmos aviões (não importa a companhia e nem a língua; a gente nunca entende nada de nada).
Escrito por Paula Malfitanni às 18h23
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PRIMEIRO MUNDO
Mais uma prova de que o Brasil já faz parte do primeiro mundo (e não adianta chamar-me de cínica e insensível): entramos para a turma dos países desenvolvidos, daqueles em que um maluco mal amado qualquer entra numa escola e mata meio-mundo. Esse tipo de coisa não acontece em país pobre; só nos ricos tipo EUA, Canadá, Finlândia, Reino Unido, etc.
Escrito por Paula Malfitanni às 18h20
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ELE ESTÁ DE VOLTA
Quem avisa amigo é: D. Dilma: pôe logo para fora o Mantega do Ministério da Fazenda. Esse sujeito não entende do riscado; é da turma de economistas voluntariosos que só servem em economias autoritárias, daqueles pra quem o mercado não conta; daqueles que tem uma "idéia" à noite, armam um discurso para a imprensa, baixam uma norma e não reparam que não aconteceu nadinha do que disseram no discurso. Aproveita D. Dilma e troca também o presidente do BC; esse também não serve. O DRAGÃO DA INFLAÇÃO INDEXADA ESTA DE VOLTA !!!
Escrito por Paula Malfitanni às 18h15
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INSTALAÇOES DE ARTE CONTEMPORANEA
Os artistas que gostam de fazer instalaçoes incluindo projeçao de videos com ou sem musica incidental - aquelas obras que nas exposiçoes sao apresentadas em salas escuras - sempre deveriam fazer com que cadeiras ou poltronas fizessem parte integrante de suas obras, afinal o unico jeito de gente comum - gente que como eu nao entende nada de arte - aguentar aquelas longas e quase sempre ininteligiveis sequencias de imagens e sons é sentada...
Escrito por Paula Malfitanni às 09h55
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SORTUDO
Esse Khadafi é um sujeito de sorte mesmo. O mundo estava de olho nas barbaridades que ele estaria fazendo para manter-se no poder líbio. Aí veio o enorme terremoto/tsunami no Japão e ninguém mais fala dele e nem da bárbárie... Aliás , ele não é o único sortudo. Também são os compradores europeus do petróleo líbio e o EUA, para quem o Kadhafi - com ou sem bárbarie - já era um selvagem domesticado...
Escrito por Paula Malfitanni às 10h56
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CORTE ORÇAMENTÁRIO
Leio que o governo federal, para tentar readquirir controle sobre a economia (atualmente descontrolada por conta "dele") quer cortar 50 bilhões do orçamento. E por conta disso rola a maior confusão; uma discussão interminável: "aqui não pode cortar", o PAC é "incortável", o Programa X fica fora, o Programa Y é fundamental para o crescimento do País, o trem-bala é intocável, a Copa, a Olimpíada, a saúde, a educação, a cultura, a infra-estrutura, o INSS, todos já estão muito sacrificados; não podem ter seus orçamentos diminuídos, etc, etc. Ou seja não pode cortar nada em lugar nehum. O orçamento total do país é de 1.970 bilhões. O corte falado de 50 bilhões é equivalente a 2,5% desse montante. Aí, eu, arquiteta-empresária atualmente aproveitando um doce descanso, fiquei pensando: se tivesse que fazer um corte, porcentualmente tão pequeno, no orçamento anual do meu escritório, não gastaria um minuto com discussões: cortaria 2,5% de cada conta do escritório. Aposto que os responsáveis por cada área conseguiriam cumprir suas tarefas e metas; teriam vergonha - e medo de perder o emprego - de dizer que não o conseguiram por conta de um corte tão mixuruca...
Escrito por Paula Malfitanni às 19h28
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DIA DE OSCAR
Assisti 4 dos candidatos a melhor filme; O Discurso do Rei, Cisne Negro, A Origem e Bravura Indômita. Fica sempre difícil decidir entre o melhor e que a gente mais gostou. O que mais gostei foi Cisne Negro (apesar do excesso de sustos que o diretor manda na platéia), mas o melhor mesmo acho que é a refilmagem dos irmãos Coen: Bravura Indômita. O roteiro mais legal, com sobra, é o de A Origem. Melhor ator? Cabeça a cabeça, Colin Firth e Jeff Bridges. A melhor atriz, fácil, fácil: Natalie Portman. Ator coadjuvante: Geoffrey Rush; eu adoro esse cara. Mas boa mesmo é a trilogia de O Poderoso Chefão que hoje passou na televisão. Aliás, tem personagem com sorte; é o caso do Vito Corleoni, que jovem foi interpretado pelo Robert de Niro e sênior pelo Marlon Brando. Dupla para muitos Oscars...
Escrito por Paula Malfitanni às 17h22
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ÓPERA AO VIVO
Ontem assisti em sala de cinema de São José dos Campos (fui até lá exclusivamente para isso) transmissão direta desde o Metropolitan Ópera House of NY uma récita da ópera Nixon in China do John Adams com a orquestra do MET sob sua regência. Deixo o lado crítico, de amante de ópera, de lado: foi bárbaro; duca. Recomendo; essa e qualquer outra das óperas da temporada deste ano do MET que chegarão até aqui, ao vivo, nos cinemas (toda semana). A transmissão em full-para-lá-de-full HD, com som de primeiríssima, no telão do cinema. A sensação de presença e realidade são sensacionais. A nota ruim é que a platéia do MET, deu para ver, estava lotada e aqui na platéia enorme do cinema; eu e mais duas pessoas...Se fosse uma bobagem do tipo cantora-baiana-de-repertório ruim e voz pior; que usa pouca roupa- e-que-faz-aeróbica-no palco, ia estar cheio às tampas...Temos muito; muito a fazer pela educação de todo mundo por aqui (inclusive a gente das tais das "elites")
Escrito por Paula Malfitanni às 21h14
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